20 de março de 2013

Conversas Públicas - Projeto Clínicas do Testemunho






PROJETO CLÍNICAS DO TESTEMUNHO


Dia 25 de abril - quinta feira - 19,30hs Faculdade de Educação  UFRGS 
Av. Paulo Gama S/N Prédio 12201 Auditório Térreo sala 201
AVISO DE CHAMADA PÚBLICA DE INTERESSADOS
A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça torna público este chamamento para interessados em participar do programa de reparação "Clínicas do Testemunho".

DOS OBJETIVOS
Prover apoio e atenção psicológica a atingidos por atos de exceção entre os anos de 1946 e 1988, bem como a seus familiares, por meio das "Clínicas do Testemunho". DAS VAGAS Estão disponíveis até 702 vagas para atendimento individual e em grupos, nos termos do quadro indicativo abaixo. Instituição Vagas atenção individual
Vagas atenção em Grupo Subtotal Clínica do Testemunho Sedes Sapientiae (SP)
*** 48
(mais até 144 familiares) 192
Clínica do Testemunho Projetos Terapêuticos (SP)
*** 60
(mais até 80 familiares) 140
Clínica do Testemunho Projetos Terapêuticos (RJ) 48 152 200
Clínica do Testemunho Sigmund Freud Assoc. Psicanalítica (RS) 30 40 70
Clínica do Testemunho Centro Estadual de Apoio às Vítimas da Violência de Pernambuco (PE) 70 30 100
TOTA L: 702

DA INSCRIÇÃO
Poderá se inscrever qualquer anistiado político pela Lei n.º 10.559/2002, bem como os seus familiares.
DO PRAZO E DA FORMA DE INSCRIÇÃO
Os interessados deverão encaminhar ficha de inscrição, Anexo I, devidamente preenchida, para o e-mail clinicas.testemunho@mj.gov.br, no período inicial de inscrições de 19 de março a 06 de abril de 2013. Após a inscrição, aqueles que forem efetivamente selecionados receberão o seu número de inscrição por meio do endereço eletrônico disponibilizado. De modo a garantir a privacidade dos inscritos e selecionados, todos os registros administrativos serão realizados por meio deste número de inscrição.
DA SELEÇÃO
1ª Fase: Classificação
Caso o número de inscritos seja superior ao número de vagas, seguir-se-á o seguinte critério de prioridade e ordem de classificação: a) natureza de "grave violação" aos direitos humanos, nos termos do Direito Internacional, conforme relatado no processo de anistia política; b) demais violações. São critérios de desempate: a) idade avançada; b) condição econômica e; c) ordem de inscrição.
2ª Fase: Confirmação
Todos os selecionados deverão participar das "Conversas Públicas" realizadas pela Clínica de preferência, conforme indicado na ficha de inscrição. Nas "Conversas Públicas" serão apresentadas a política de reparação do Estado brasileiro e a proposta e metodologia da Clínica do Testemunho para a confirmação do interesse por parte dos inscritos. Nelas serão apresentadas as propostas de atendimento e possibilidades de trabalho dos profissionais das equipes. As datas e locais das "Conversas Públicas" serão as seguintes:

Instituição Data Horário Local
Clínica do Testemunho Sedes Sapientiae (SP) 16/04/2013 19h00 Auditório do Instituto Sedes Sapientiae
Rua Ministro Godoy, nº 1.484 - Perdizes – São Paulo/SP
Clínica do Testemunho Projetos Terapêuticos (SP)
15/04/2013 20h00 Auditório Paulo Kobayashi da Assembléia Legislativado Estado de São Paulo Av. Pedro Álvares Cabral, nº 201 - Moema - São Paulo/SP
Clínica do Testemunho
Projetos Terapêuticos (RJ) 17/04/2013 18h00 Auditório da OAB/RJ
Avenida Marechal Câmara, nº 150, 4º andar - Centro - Rio de Janeiro/RJ
Clínica do Testemunho Sigmund Freud Assoc. Psicanalítica (RS)
25/04/2013 19h30 Auditório da Faculdade de Direito da UFRGS Av. João Pessoa, nº 80 - Centro - Porto Alegre/RS
Clínica do Testemunho Centro Estadual de Apoio às Vítimas da Violência de Pernambuco (PE) 26/04/2013 18h Museu do Homem do Nordeste Av. 17 de agosto, s/n - Casa Forte - Recife/PE

DO ACOLHIMENTO E MODALIDADES DE ATENDIMENTO
Após apreciação na Clínica escolhida, os participantes confirmados serão encaminhados ao atendimento individual ou em grupo, a depender do caso e da metodologia de trabalho desenvolvida em cada Clínica.
O atendimento se dará de forma periódica e sistêmica, a depender da orientação clínica e da situação específica de cada selecionado.
DA DURAÇÃO DO SERVIÇO
Os núcleos terão prazos de funcionamento de 18 a 24 meses. O período do atendimento variará de acordo com a modalidade terapêutica e a depender da avaliação clínica de cada caso específico.
DOS CASOS OMISSOS
Dúvidas e casos omissos serão decididos pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, devendo ser remetidos para o endereço eletrônico:clinicas.testemunho@mj.gov.br clinicas.testemunho@mj.gov.br


ANEXO I
FICHA DE INSCRIÇÃO
Nº________________
(para preenchimento pela Comissão de Anistia)
SELEÇÃO PARA ATENDIMENTO - PROJETO CLINICAS DO TESTMUNHO - COMISSÃO DE ANISTIA
NOME COMPLETO DATA DE NASCIMENTO
____/____/_____ PRIORIDADE PORCONDIÇÃO ECONOMICA?
SIM ( ) NÃO ( )
NATURALIDADE ENDEREÇO COMPLETO E-MAIL Fone ENDEREÇO
CIDADE UF É ANISTIADO POLÍTICO
SIM ( ) NÃO ( )
PROCESSO NA COMISSÃO DE ANISTIA
Número do Protocolo: Próprio ( ) Familiar ( )
FAMILIARES DE ANISTIADOS
SIM ( ) NÃO ( )
QUAL O GRAU DE PARENTESCO?
INDIQUE A CLÍNICA DO TESTEMUNHO DE SUA PREFERÊNCIA
( ) SÃO PAULO PROJETOS TERAPÊUTICOS
( ) SÃO PAULO SEDES SAPIENTIAE
( ) RIO DE JANEIROPROJETOS TERAPÊUTICOS
( ) RECIFE CENTRO ESTADUAL DE APOIO ÀS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA DE PERNAMBUCO
( ) PORTO ALEGRE SIGMUND FREUD

ATENÇÃO: Essa ficha de inscrição deverá ser encaminhada para o e-mail: clinicas.testemunho@mj.gov.br


PAULO ABRÃO

Presidente da Comissão de Anistia"



12 de março de 2013

Projeto Clínicas do Testemunho



Projeto Clínicas do Testemunho 

 
Lançamento Nacional,
aguarde,
em breve mais informações! 
 

30 de janeiro de 2013

Projeto Sig Testemunha




Este projeto é fruto de inscrição da SIG em edital do Ministério da Justiça / Comissão de Anistia, com o nome Projeto Clínicas do Testemunho, em 2012, com o objetivo de promover a reparação de violações a direitos fundamentais praticadas entre 1946 e 1988, configurando-se um espaço de reencontro do Brasil com seu passado, subvertendo o senso comum da anistia enquanto esquecimento.

Ao sermos selecionados em outubro de 2012, o projeto por nós elaborado tem o nome de SIG Testemunha: reconstruindo memórias e passa a se integrar no Projeto SIG Intervenções Psicanalíticas. Sig Testemunha tem o objetivo de escutar sujeitos vítimas da violência de estado, assim como seus familiares em um período compreendido entre 1964/1988. Visa trabalhar psiquicamente as vivências traumáticas que marcam a história destes sujeitos assim como de seus familiares e reconstruir a memória coletiva que dá acesso ao conhecimento da história vivida em nosso país nesse período e que até agora foi silenciada.

Busca também a capacitação teórico-prática de agentes e profissionais da Saúde mental e Coletiva do Município de Porto Alegre, bem como fóruns, seminários e encontros multiprofissionais que junto às esferas universitárias, sociedade civil e outras instituições, possam produzir conhecimento sobre a importância do tema na atualidade.

O Projeto tem a duração de dois anos e iremos divulgar em nosso blog as atividades que vamos desenvolver a partir de março de 2013. Temos convicção da importância deste trabalho para a elaboração do traumático vivido pelos sujeitos que vivenciaram estes acontecimentos, bem como trazer ao conhecimento da sociedade, através da produção escrita, um período de nossa história político-social que ficou silenciado por tantos anos. A SIG, a psicanálise, se comprometem neste projeto com a escuta ética e a produção de conhecimento decorrente dos estudos a serem realizados.   

9 de novembro de 2012



O Estrangeiro

                   A Sigmund Freud Associação Psicanalítica realizou nos dias 26 e 27 de outubro um seminário com o tema do estrangeiro que reuniu profissionais das áreas do Direito, da Linguística, da Antropologia para debater temas como o deslocamento, exílio, refugiados, exilados. A discussão foi rica na diversidade e abordou a passagem da língua materna à língua nacional, as possibilidades de traduções possíveis, os campos nômades de sentidos até a forma máxima de violência que é o silenciamento da língua. A questão da lei foi abordada desde a perspectiva de criar soberania,  dogmatização, até a compreensão de marcar fronteiras que visam a permeabilidade e o deslocamento que propicie as relações sociais entre os que passam a habitar um outro país e os que nele vivem como cidadãos, distinção também debatida entre nacionalidade e cidadania.
Ponto alto de nosso encontro foram os depoimentos de vida e do trabalho realizado – que evidenciam a prática que implica o sujeito – de Luis Varese, Cleber Kemper e Karin Wapeschowski sobre o trabalho com refugiados, mortos e desaparecidos políticos e o reassentamento solidário,  a partir de instituições como ACNUR, ASAV e Secretária dos Direitos Humanos da Presidência da República. Tema que nos convoca como uma realidade de nosso século onde temos 40.000 refugiados e em nosso país, passamos, através da Comissão da Verdade, a dar conta de conhecer e tornar conhecido o período da ditadura militar, suas práticas e suas vítimas.

                  Este encontro foi um exercício de interdisciplinariedade, pluralidade de ideias e da vitalidade da psicanálise em sua contribuição neste debate, tanto teórica quanto clinicamente, como demonstraram os trabalhos apresentados que fazem parte de nosso projeto SIG Intervenções Psicanalíticas.                      

7 de novembro de 2012

O Estrangeiro - Entrevista com Luís Varese

Entrevista com Luís Varese
Jornalista, antropólogo e ex-representante da ACNUR no Brasil.

1.Qual a sua experiência/ Conte um pouco de sua experiência com o estrangeiro/refugiado?
El tema principal del refugiado es que pierde su tejido social. Esto quiere decir que pierde su entorno, sus comidas, sus parientes, sus amigos el olor de su barrio o de su tierra. El sonido de la radio de sus vecinos. Las amigas con las que lavaba la ropa, la tertulia de la tarde con la mamá y las hermanas. El sabor de su café. El partido de fútbol con los amigos o la televisión del bar y sus cervezas para ver a su selección. La vida cotidiana con sus alegrías y sus tristezas, su trabajo y el derecho a llevar un salario a la casa. Pierde lo más simple y lo más fundamental de su vida. Esto ocurre de un momento a otro, sin planificarlo. Es el cambio más violento que se pueda tener. Ella y él, su familia, tienen que afrontar cambios brutales, inesperados para los que NADIE está preparado. NADIE así con mayúsculas y mucho menos personas que no tienen militancia, personas que creen que su país es el mundo conocido, personas que piensan que su mundo es el único que existe y en el cual es posible vivir, personas campesinas que se bañan en el río y que de golpe se encuentran en una ciudad fría y con una agresividad desconocida.
Frente a ello el trabajo requiere mucho afecto, mucho amor mucha ternura, mucha solidaridad. Sin esto no hay ninguna posibilidad de restituir lo perdido o de crear un nuevo espacio. Este trabajo requiere de mucha militancia humana, esa es mi experiencia con los y las refugiadas y vale también para los migrantes pobres. Una experiencia de 24 años trabajando para buscar soluciones conjuntamente con las refugiadas y los refugiados, las ONGs, el Estado y las Naciones Unidas, en este caso el ACNUR.
Quisiera añadir que me disculpen que hable en primera persona, pero me parece importante decir que mi esposa, mis hijos y yo hemos sido refugiados durante muchos años. En mi caso durante 20 años no pude regresar a mi país.  Esto nos permite tener una vivencia muy cercana con los refugiados y las refugiadas. Sabemos lo que es estar como extranjero, perseguido en un país donde inicialmente casi no se tienen relaciones.
Por otra parte mi experiencia con exiliados se inicia cuando era periodista en Perú y muchos refugiados de Brasil, Argentina, Uruguay y Chile estaban en Lima. Eran poetas, políticos, escritores. Thiago de Mello y Darcy Ribeyro estaban entre ellos. Es mucho lo que aprendí en ese periodo, pero esa es otra historia.
 
2.De acordo com sua experiência quando Representante do ACNUR, quais os grandes desafios na esfera das Políticas Públicas para o acolhimento e integração do refugiado na América Latina?
Lo más importante es que las políticas públicas sean incluyentes y efectivas con toda la población, no solo para los refugiados, sino para toda la población en general. El acceso a la salud y la educación son fundamentales. La educación permite velozmente la integración de los niños y eso es un gran descanso espiritual, sicológico para las familias refugiadas. El derecho al trabajo es básico, sin él no hay forma de integrarse. En Rio Grande do Sul y en especial en Porto Alegre, la apertura es muy grande. Lo importante es que no haya privilegios, pero tampoco discriminación. Si hay privilegios, la población local se vuelve en contra y el refugiado o se humilla o se vuelve dependiente. El derecho a la documentación que le dé los mismo derechos es el otro elemento decisivo para la integración.

3.Como que o senhor vê o trabalho interdisciplinar frente ao padecimento/sofriment
o desses sujeitos (refugiados)?
El trabajo humanitario tiene que ser interdisciplinario. Es la combinación de muchas experiencias, la psicología, la solución laboral, la medicina, la asistencia social, la diplomacia.
No se puede entender un trabajo humanitario si no es interdisciplinario. Pero también hay que recordar que no hay éxitos, sucesos, sin una gran dedicación y mucho amor y solidaridad por la gente. Eso es lo fundamental.

4 de outubro de 2012

Jornada Interna, Psicologia Hospitalar, Assédio Moral e mais | SPRGS



Informativo da Sociedade de Psicologia do Rio Grande do Sul
Número 119 | setembro de 2012



Extramuros: outros lugares da experiência psicanalítica
O Comitê Exercitando a Escuta Psicanalítica convida os sócios da SPRGS para mais uma edição de nossa Jornada Interna. Nesta edição tentamos ampliar os horizontes. Ao invés de discutirmos casos clínicos atendidos na formatação clássica, estamos convidando para pensar nossa escuta psicanalítica e ação terapêutica em outros espaços possíveis: no extramuros.

Veja a programação completa aqui.


13 de agosto de 2012

Projeto SIG Intervenções Psicanalíticas Fórum – Exclusão e Inscrições Psíquicas: da escuta psicanalítica no social


Nosso encontro foi de muita troca, discussão e emoção.  As histórias das vidas / grupos narradas em cada uma das exposições se entrelaçaram com as experiências que foram para nós os momentos e situações de nossas escutas.

A primeira mesa: Educação em contextos de vulnerabilidade teve como mote os grupos que realizamos na rede municipal. Experiências inaugurais onde trabalhamos a inclusão/exclusão na perspectiva das diferenças geracionais e do lugar de dupla inscrição que um grupo de professores/supervisores ocupa frente à proposta institucional da inclusão de crianças com cuidados especiais nas escolas de primeiro grau. Contamos com a participação da Ana Maira Zortéia, que iniciou sua fala nos contando de uma foto/cena que retrata os múltiplos e diferentes pares de sapatos deixados na entrada de uma sala de aula: sapatos mais e menos novos, modernos, estragados, antigos, coloridos ... marcando a diversidade de “sair da cerquinha” e o  paradoxo da sociedade excludente frente a uma escola inclusiva. Discussão que versou sobre o saber como um processo que nunca acaba e o necessário reconhecimento entre os pares. Importância das redes, da infância como lugar de potência. Lugar das crianças, dos professores, como produtores de trabalho/aprendizagem e o nosso enquanto psicanalistas que propomos uma escuta, um lugar de transferência para falar do sintoma e do subjetivo.

A segunda mesa: O mal-estar na saúde: da violência à diferença, apresentou a loucura e o “estrangeiro”, como aquele inquietante, não familiar, o Unheimliche que nos falou Freud. A partir da fala dos grupos discutimos o tema da diferença não só na perspectiva da diversidade, mas também da (in)diferença que faz com que o outro seja estranho, gerando violência. Violência que advém da identificação dos membros do grupo com a loucura (em um grupo), e violência frente à entrada de novas pessoas em (outro) grupo de voluntários, onde se passa a mesma inquietude: a percepção da invasão. Fecha-se o caminho para o reconhecimento do outro como aquele que pode agregar, persiste o mal-estar. Aí instala-se nossa intervenção.  Neste entre – lugares desenvolveu-se a fala de Ana Lucia Marsillac que a partir da arte correio de Paulo Bruscky, abordou a saúde coletiva e o ato analítico a partir de uma mesma concepção ética, ressaltando, no entanto, como ainda ocorre uma dissociação entre estes dois campos na produção da saúde. Diagnosticados e não diagnosticados a partir do projeto Radio Nikosia, ilustra a proposta de expressar o “corpo louco” na consigna “saca a pasear tu loucura”, resposta de produção de subjetividade frente à individualidade que aliena o sujeito.
                                       
A terceira mesa: O trauma e as recomposições do sujeito abordou o trabalho com os refugiados que a ASAV/ACNUR realiza no RS e a parceria com nosso Projeto. A apresentação da Karin Wapechowski foi marcada pelo relato as experiências de impasse frente ao sentimento de impotência e de ação no trabalho de reassentamento solidário. A temporalidade foi o tema marcante nesta discussão que reúne o tempo real na experiência de inclusão do refugiado em outro país/cultura e o tempo de elaboração do traumático da vivência de se tornar um refugiado/ excluído de si e de sua cultura. O trabalho realizado com um grupo deste programa revelou como o corpo, como alternativa de mostrar a intensidade do vivido, torna-se, por vezes a única alternativa de expressão para quem não tem o direito à fala. O tempo necessário para a elaboração do trauma e o tempo de escuta possível com esses sujeitos, foi o centro da discussão que evidencia a potência da psicanálise na escuta de sujeitos nos diferentes espaços internos/externos, assim como Garcia Marques nos legou em Cem Anos de Solidão.

Foi uma experiência compartilhada que revigora nossas práticas e nossos saberes. O projeto SIG Intervenções Psicanalíticas ampliou-se com a troca entre pares e convidados e fortaleceu a proposta da escuta psicanalítica no social.