19 de julho de 2013
CAPACITAÇÕES
O Projeto SIG/ Clínicas do Testemunho promove nos meses de agosto e setembro capacitação de profissionais do setor público que atuem direta ou indiretamente junto a pessoas que sofram violência de Estado, de forma a identificar e pensar estratégias de trabalho junto a esse público. Inscrições e Informações na sede da SIG – Tel:
51.3062-7400. Confira as datas e a programação!
CONVERSAS PÚBLICAS
O Projeto SIG/Clínicas do Testemunho debate com a comunidade sobre o tema da violência de Estado e as repercussões sociais da ditadura civil-militar de 1964-1988. Confira a programação dos eventos do CONVERSAS PÚBLICAS!
7 de julho de 2013
Exibição da peça "Para Sempre: Poesia"
O Projeto Clínicas do Testemunho em parceria com Rita Maurício e seu grupo, apresentam a peça "Para Sempre: Poesia". A exibição será no dia 22 de agosto às 20hs no Teatro Túlio Piva. Os ingressos estão à venda na Sigmund Freud Associação Psicanalítica (SIG).
Este evento faz parte de uma série de atividades articuladas pelo Projeto Clínicas do Testemunho e tem como título "Debates Públicos".
Em breve maiores informações sobre outras atividades.
PARA SEMPRE: P O E S I A!Uma história real e tragicômica de amor, loucura e arteJosé, após ter sido preso pela ditadura militar e herdado desta experiência grave sofrimento psíquico, escolhe a arte como afirmação da vida e com esta escolha, conquista uma incansável companheira. Seli, artista plástica inconformada e bonequeira vibrante, passa a tomar, junto a ele, doses diárias da seguinte decisão: Apesar de tudo, Poesia! Da união deste atormentado e criativo casal nasce Rita, que vem agora, neste monólogo, transpor para a cena poemas da autoria de seu pai, além de textos próprios e obras de sua mãe. A atriz lança-se num diálogo entre vida e arte, trazendo à cena episódios marcantes da vida de seus pais, servindo-se de vídeos, poemas, depoimentos, interpretação de personagens e teatro de bonecos voltado ao público adulto.Rita Mauricio - Atriz e Bonequeira, DRT nº 9961/RSBacharel em Teatro na UFRGS (2012). Integrante do grupo Cerco. Bonequeira desde 1995. Participou de eventos comoOficina/Retiro de Artistas’2011 orientada por Sérgio Mercúrio (Argentina) e duas edições do Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela –1997 e 1998, apresentando dois espetáculos infantis de teatro de bonecos com diferentes técnicas de manipulação. Dentre os principais espetáculos em que trabalhou ou ainda trabalha como atriz estão: A Salamanca do Jarau (Aceves Moreno/2002); A Ponte (Júlio Saraiva/2006); O Sobrado (Inês Marocco/2008); Bodas de Sangue (Luciano Alabarse/2010); Quando as máquinas param (Rodrigo Fiatt/2010); Trago, Sorte, mentira e Morte (Isândria Fermiano e Kalisy kabeda/2010); Incidente em Antares (Inês Marocco/2012) e Para Sempre: P O E S I A! (Mirah Laline/2012), onde também assina a dramaturgia. No cinema, atuou no longa Quase um Tango Argentino (Sérgio Silva/2008) e nos curtas Volte Sempre (Educardo Pùa /2008), Por uma noite apenas (Márcio Reolon/2009) e Triângulo (Roberto Ruchiga/2009).
1 de julho de 2013
Matéria sobre o Projeto Clínicas do Testemunho
Confira abaixo no link, matéria no Jornal Sul 21 sobre o Projeto Clínicas do Testemunho:
http://www.sul21.com.br/jornal/2013/04/projeto-presta-assistencia-psicologica-aos-afetados-pela-violencia-de-estado/
http://www.sul21.com.br/jornal/2013/04/projeto-presta-assistencia-psicologica-aos-afetados-pela-violencia-de-estado/
Entrevista especial com Bárbara Conte sobre o Projeto Clínicas do Testemunho
Entrevista de Bárbara Conte, coordenadora do Projeto Clínicas do Testemunho, ao Instituto Humanitas da UNISINOS.
Confira no link abaixo:
http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/519344-clinicas-do-testemunho-o-direito-a-verdade-e-a-justica-entrevista-especial-com-barbara-conte
22 de maio de 2013
Imigrantes, Exilados e Refugiados
Imigrantes,
Exilados e Refugiados
Linha de Trabalho Incidências
subjetivas e sociais das mudanças de país, língua e cultura.
Coordenação Ana Costa e Jaime Betts
Reunião
preparatória para a III Jornada do Instituto APPOA –
Psicanálise e Intervenções Sociais: Desamparo e Vulnerabilidades
Data: 01 de junho, sábado, às 10 horas (aberta
aos interessados)
Convidamos, a participar do encontro, aqueles que se
sintam convocados pelo tema, que será trabalhado em parceria com colegas da
Sigmund Freud - Associação Psicanalítica (SIG) e da ASAV/ACNUR.
O debate será iniciado com as intervenções de Ana Costa
(Instituto APPOA), Bárbara Conte (Sig), Alexei Indursky (Sig), Daniela Feijó
(Sig) e Aline Passuelo (Associação Antonio Vieira/Alto Comissariado das Nações
Unidas para Refugiados ASAV/ACNUR) e mediação de Ângela Becker (Instituto APPOA).
Imigrantes,
exilados e refugiados sempre existiram na história da humanidade. Entretanto, a
globalização traz dentre suas consequências uma intensificação cada vez maior
do deslocamento das pessoas ao redor do planeta.
Imigrantes,
exilados e refugiados – os estrangeiros, os diferentes, os de outra tribo – são
alvos preferenciais da hostilidade e até mesmo ódio de parte dos que são da
terra. Por quê?
Cada
língua viva constrói uma cultura específica para aqueles que a compartilham,
construção que implica uma violência simbólica que determina o que fica
excluído da mesma como tabu. Quando uma
cultura entra em contato com outra, o que é tabu para uma não necessariamente é
tabu para a outra. Quando o que é proibido de um lado é exposto pelo outro, o
mal-estar se intensifica e a hostilidade se deflagra no laço social.
Quanto
mais se recusa a violência simbólica fundadora de uma cultura e se atribui a
mesma ao estrangeiro, mais a intolerância se instala e a violência real eclode
nos corações e mentes dos ‘estrangeiros de si mesmos’ que convivem.
O
capitalismo globalizado, marcado pela tendência à dissolução de vínculos e
desigualdades nos espaços ocupados pelos grupos que se deslocam e cruzam
fronteiras, vem realizar em escala planetária o mito da Torre de Babel, mito no
qual a construção da torre (metáfora da construção da vida em sociedade) é
interrompida pela confusão de línguas, que tornou o entendimento e o convívio
no conjunto de seus construtores impossível. Afinal, a torre pertence a quem? Diante do sofrimento
subjetivo compartilhado no laço social cabe perguntar: quais as intervenções
possíveis compatíveis com a ética da psicanálise quando se cruza a fronteira de
uma língua?
6 de maio de 2013
Confira a Capacitação do Projeto!!!!
Clínicas do testemunho
Capacitações
Objetivo: sensibilizar os profissionais do setor público que atuem direta ou indiretamente junto a pessoas que sofram violência de Estado, de forma a identificar e pensar estratégias de trabalho junto a esse público.
Capacitação I
Maio de 2013: 13 e 27 – horário: 8h-10h e 10h15min- 12h
Junho de 2013: 10 e 24 – horário: 8h-10h e 10h15min- 12h
Capacitação II
Agosto de 2013: 05 e 19 – horário: 8h-10h e 10h15min- 12h
Setembro de 2013: 02 e 19 – horário: 8h-10h e 10h15min- 12h
1- HISTÓRIA (13/05/2013)
Abertura: Apresentação do Projeto: Claudia Perrone. Psicanalista, professora da UFSM/RS e Alexei Indursky. Psicólogo, doutorando da Paris VII.
-Qual o objetivo pedagógico?
-Sensibilização sobre a Violência de Estado.
-Apresentação de Metodologia
Apresentação do Filme: “15 Filhos”
Tema: História da violência de Estado na ditadura civil-militar no Brasil e seus reflexos nos dias atuais.
2- MEMÓRIA E TESTEMUNHO (27/05/2013)
Tema: Trabalhar as três esferas de memória individual, coletiva e histórica. Demonstrar através do estudo sobre o movimento de transição entre a ditadura civil - militar, os desdobramentos do silêncio tanto na esfera individual como na coletiva, onde as políticas de auto-anistia mascararam a memória histórica.
Professora Convidada: Caroline Bauer. Historiadora, professora UFPel e Alexei Indursky.
3- REPETIÇÃO E TRAUMA (10/06/2013)
Tema: Trabalhar, na perspectiva da psicanálise, a repetição no que se refere a lembrança e o esquecimento e o trauma em suas possibilidades de elaboração.
Barbara de Souza Conte e Eurema Gallo de Moraes, psicanalistas.
4- ESTRATÉGIAS DE CUIDADO E ESCUTA. (24/06/2013)
- Fechamento: Trabalhar com os convidados as estratégias de cuidado e escuta dentro do contexto. Relatos de experiências instituintes dentro do âmbito dos Direitos Humanos junto a comunidades e população de vulnerabilidade e risco.
- Convidada: Alice de Marchi Pereira de Souza. Psicóloga. Doutoranda Psic. Social (UERJ). Pesquisadora da organização de direitos humanos Justiça Global e Alexei Indursky.
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