Seminário Literatura e Ditadura
Os cinquenta anos do golpe civil-militar e suas implicações na literatura
Programação
23 de abril (quarta-feira)09h: Abertura09h30 min: 1ª Mesa-redondaAs múltiplas presenças da Ditadura Civil-Militar na Literatura BrasileiraProf. Dr. Luis Alberto Nogueira Alves (UFRJ)Prof. Dr. Luis Augusto Fischer (UFRGS)Local: ILEA14h: 2ª Mesa-redondaNarrativas do Golpe: entre a História e a LiteraturaProf. Dr. Daniel Aarão Reis Filho (UFF)Prof. Dr. Homero Vizeu Araújo (UFRGS)Local: ILEA24 de abril (quinta-feira)08h30 min.: 1ª Sessão de ComunicaçõesDitadura Civil- Militar Brasileira e LiteraturaLocal: Salas de Aula
14h: 3ª Mesa-redonda
A Canção Popular Brasileira em tempos de Ditadura
Prof. Dr. Carlos Augusto Bonifácio Leite (UFRGS)
Prof. Dr. Walter Garcia (USP)
Local: ILEA
25 de abril (sexta-feira)
08h30 min.: 2ª Sessão de ComunicaçõesDitadura Civil- Militar Brasileira, Cultura e Outras ArtesLocal: Salas de Aula14h: 4ª Mesa-redondaAs diferentes formas culturais: da imagem ao texto e às suas relações com a DitaduraProf. Antonio Sanseverino (UFRGS)Prof. Dr. Edu Otsuka (USP)Prof. Dr. Miriam Rossini (UFRGS)Local: ILEA
19h: Núcleo de Estudos da CançãoConvidado: Prof. Walter Garcia (USP)Composição de canções e literatura em prosa: “Kafka” e “Na cachola”.Local: Reitoria (Campus Centro)
10 de março de 2014
Seminário Literatura e Ditadura
SIG/Clínicas do Testemunho participa do Congresso Internacional: 50 anos depois -a nova agenda da Justiça de Transição no Brasil
CONGRESSO INTERNACIONAL:
“50 ANOS DEPOIS:
A NOVA AGENDA DA JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO NO BRASIL”
I Encontro
Internacional de Membros do Ministério Público sobre Justiça de Transição
I Encontro Nacional da
Rede Nacional das Clínicas do Testemunho
I Reunião da Rede
Latino Americana de Justiça de Transição
I Workshop internacional
sobre processos de memorialização
78ª Caravana da
Anistia
VIII Reunião do
IDEJUST
Realização
Comissão de Anistia do Ministério da
Justiça
Procuradoria Federal dos Direitos do
Cidadão
2ª Câmara de Coordenação e Revisão
do Ministério Público Federal
Universidade Católica de Pernambuco
- UNICAP
Programa das Nações Unidas para o
Desenvolvimento - PNUD
Grupo de Estudos sobre
Internacionalização do Direito e Justiça de Transição - IDEJUST
International Coalition of Sites of Conscience
Comissão Brasileira de Justiça e Paz
- CNBB
União Nacional dos Estudantes - UNE
GAJOP
Apoio
Governo do Estado de Pernambuco
Comissão Estadual da Verdade Dom
Helder Câmara de Pernambuco
Comissão Estadual da Verdade do Rio
de Janeiro
Comissão Estadual da Verdade de São
Paulo
Comissão Estadual da Verdade do Rio
Grande do Sul
Comitê Verdade, Memória e Justiça do
Distrito Federal
Comitê Verdade, Memória e Justiça de
Pernambuco
Núcleo Memória (São Paulo)
Universidade Federal de Pernambuco
Instituto Miguel Arraes
Arquivo Público Estadual Jordão
Emerenciano
Grupo Tortura Nunca Mais da Bahia
Coletivo RJ Memória Verdade e
Justiça
Comissão da Verdade Anísio Teixeira
da UnB
Comissão da Verdade da UFRJ
Fórum Paranaense de Resgate da Verdade,
Memória e Justiça
Rede Nacional dos Advogados e
Advogadas Populares – RENAP
Instituto de Pesquisa Direitos e
Movimentos Sociais – IPDMS
Fundação Maurício Grabois
Comitê Paraense de Defesa da Memória
e Verdade
Associação Brasileira de Anistiados
Políticos
RECIFE, PERNAMBUCO, BRASIL – 10 A 14 DE MARÇO DE 2014
PROGRAMAÇÃO
Local: Auditório G2 da Universidade Católica de
Pernambuco (UNICAP)
10.03.2014
08h30 - Credenciamento
09h - Solenidade de
Abertura com autoridades locais e nacionais
10h - Painel 1: “50 ANOS DEPOIS: O QUE RESTA DA DITADURA”
Anthony Pereira (historiador, Inglaterra)
Luis Eduardo Soares (cientista
político, Rio de Janeiro - Brasil)
Luis Nassif (jornalista, São Paulo –
Brasil)
Iara Xavier Pereira (comissão de familiares,
Brasília – Brasil)
12h - Almoço
14h - 78ª Caravana da Anistia
Homenagem a pernambucanos
perseguidos políticos
Sessão Pública de apreciação do pedido de anistia de Jonas José de Albuquerque Barros e Ivan
da Rocha Aguiar, jovens estudantes assassinados em 1º de abril de 1964 e de
familiares de Miguel Arraes.
16h - Inauguração do “Monumento ao NUNCA MAIS – Homenagem
à Resistência e à Luta pela Anistia em Pernambuco”
Local: Rua da Aurora
20h - Atividade Cultural
11.03.2014
09h - Painel 2: “CULTURA
E MEMÓRIA”
Rebecca Atencio (professora de
literatura, Estados Unidos)
Manuel-Reyes Mate Rupérez (filósofo,
Espanha)
Valeria Barbuto (Memória Abierta,
Argentina)
Cath Collins (pesquisadora, Chile)
11h - Exibição do episódio “Pena da Vida”, do filme “Nossas
Histórias” do Projeto Marcas da Memória da Comissão de Anistia
12h - Almoço
14h - Encontro
Internacional de Membros do Ministério Público sobre Justiça de Transição
Mesa 1- Fiscais Latinoamericanos sobre Crimes
contra a Humanidade:
Pablo Parenti – Argentina
Ana Tellechea – (Uruguai)
Mesa 2 - Relatórios do MPF: crime, memória e
verdade
Raquel
Dodge (Subprocuradora Geral da República, Brasília)
Aurélio
Rios (Procurador Federal dos Direitos do Cidadão, Brasil)
Procuradores da República dos GT Justiça de Transição
2ª CCR
Procuradores da República do GT Memória e Verdade/PFDC
Procuradores da República do GT Justiça de Transição/RJ
Procuradores da República da Força-Tarefa Araguaia/PGR
18h - Apresentação pública da Rede Nacional das
Clínicas do Testemunho
Equipe Clínica do
Testemunho do Instituto Sedes SP
Equipe Clínica
do Testemunho de São Paulo
Equipe Clínica do Testemunho de
Porto Alegre
Equipe Clínica do Testemunho de
Recife
Equipe Clínica do Testemunho do Rio
de Janeiro
20h - Atividade
cultural
12.03.2014
09h - Painel 3: “TRAUMA
E POLÍTICAS DE REPARAÇÃO PARA GRAVES VIOLAÇÕES DE DIREITOS HUMANOS”
Doudou
Diéne (relator especial da ONU, Senegal)
Victor
Abramovich (Instituto de Direitos Humanos do Mercosul, Argentina)
Pablo Galaín (jurista, Uruguai)
12h - Almoço
14h - Atividades
Paralelas
a)
Encontro
da Rede Latino Americana de Justiça de Transição - Evento interno dos membros da rede:
Gastón Chillier (CELS – Centro de Estudios Legales y Sociales, Argentina)
Maurice
Politi (Núcleo de Preservação da Memória, São Paulo, Brasil)
Cath Collins e Jennifer Herbst de Ovalle (Observatório DH
Universidad Diego Portales, Chile)
Jose Otávio, Maria Paula
Araújo (a confirmar), Carlos Fico (a confirmar), Mamede Said (a confirmar), Carol Proner e Cristiano Paixão
(Faculdades de Direito e de História da UnB e da UFRJ - secretaria executiva,
Brasil)
Valéria Barbuto (Memória Abierta,
Argentina)
b) Workshop
“Processos de Memorialização” ministrado pela Coalizão Internacional de Sítios
da Consciência - Evento interno aos convidados.
Petal Thring (Constitution
Hill, África do Sul)
Dario Colmenares Millan (Centro de la
Memoria, Colombia) a confirmar
c) Encontro
Internacional de Membros do Ministério Público sobre Justiça de Transição - Evento aberto (continuação do dia anterior)
d) Apresentação de
trabalhos do VIII IDEJUST - Evento aberto
20h - Atividade cultural
13.03.2014
09h - Painel 4: “ANISTIAS,
IMPUNIDADE E CRIMES CONTRA A HUMANIDADE”
Baltazar
Garzón (juiz, Espanha)
Pablo Parenti
(procurador federal, Argentina)
Jo-Marie Burt
(advogada, Guatemala)
Roberto Caldas (juiz da Corte
Interamericana de Direitos Humanos)
12h - Almoço
14h - Atividades
Paralelas
a) Encontro da Rede
Latino Americana de Justiça de Transição (evento interno - continuação do dia
anterior)
b) Workshop
“Processos de Memorialização” ministrado pela Coalizão Internacional de Sítios
da Consciência (evento fechado - continuação do dia anterior)
c) Encontro
Internacional de Membros do Ministério Público sobre Justiça de Transição (evento aberto – continuação do dia anterior)
d) Apresentação de
trabalhos do VIII IDEJUST (evento aberto - continuação do dia anterior)
20h - Atividade
cultural
14.03.2014
09h - Painel 5: “O PROTAGONISMO DA SOCIEDADE
CIVIL NA CONSTRUÇÃO DA AGENDA DA JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO”
Patrícia Valdez (Membro da Coalizão de Sítios da
Consciência, Argentina)
Gastón Chillier (diretor CELS, Argentina)
Vladimir Safatle (filosofo, São Paulo, Brasil)
Jair Krischke (militante, Porto Alegre, Brasil)
11h – Lançamento da REDE LATINO AMERICANA DE
JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO E DO OBSERVATÓRIO LATINO AMERICANO DE JUSTIÇA DE TRANSIÇÃO
12h - Palestra de Encerramento: “A PROTEÇÃO
DOS DIREITOS HUMANOS E SISTEMA INTERAMERICANO”
Paulo Vannuchi (jornalista e comissão interamericana de
direitos humanos, São Paulo, Brasil)
16 de janeiro de 2014
Reportagem no jornal Sul 21 sobre o projeto Clínicas do Testemunho
Acesse o link abaixo para conferir matéria sobre o Projeto Clínicas do Testemunho no site do jornal Sul 21:
http://www.sul21.com.br/
7 de janeiro de 2014
Matéria sobre o Projeto Clínicas do Testemunho
Clínicas do Testemunho atendem aos ex-prisioneiros da ditadura
As Clínicas consistem no atendimento psicológico, psiquiátrico e psicanalítico a vítimas de torturas e outros tratamentos cruéis nos presídios ditatoriais.
Dezenas de ex-presos políticos da ditadura civil-militar de 1964-1968 estão sendo atendidos há seis meses pelas Clinicas do Testemunho, mantidas pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, em parceria com o Instituto Projetos Terapêuticos de São Paulo.
As Clinicas do Testemunho consistem no atendimento psicológico, psiquiátrico e psicanalítico a homens e mulheres que foram vitimas de torturas e de outros tratamentos cruéis, desumanos e degradantes nos presídios ditatoriais.
Esses pacientes são atendidos de forma gratuita pelos profissionais de saúde mental. As atividades das clínicas incluem conversas públicas para a apresentação da metodologia de trabalho. Em um primeiro momento, essas clinicas estão em funcionamento em São Paulo (com o apoio da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo) e também no Rio de Janeiro, em Porto Alegre e em Recife.
A sociedade civil de outros Estados está também articulando a implantação dessas conversas públicas e das clínicas.
Como participar
Para participar das Clínicas do Testemunho, os ex-perseguidos políticos precisam fazer uma inscrição, preenchendo um formulário. Recebem um número de identificação e um documento oficial que garante o sigilo de seus dados pessoais. Em São Paulo, por exemplo, as clínicas estão funcionando no Instituto de Psicologia Sedes Sapientiae, ligado à PUC-SP.
Argentina
A experiência mais avançada de atendimento psicológico aos ex-presos das ditaduras na América Latina, principalmente aos homens e mulheres que foram vítimas de torturas, acontecem na Argentina. Nesse sentido, estão sendo realizados contatos intensivos entre os profissionais brasileiros e argentinos.
A experiência mais avançada de atendimento psicológico aos ex-presos das ditaduras na América Latina, principalmente aos homens e mulheres que foram vítimas de torturas, acontecem na Argentina. Nesse sentido, estão sendo realizados contatos intensivos entre os profissionais brasileiros e argentinos.
No inicio dos atendimentos, esses especialistas constatam as graves sequelas das torturas sobre os ex-presos políticos e sobre seus familiares. Isso acontece mesmo depois de muitos anos da efetivação desse crime por parte dos civis e militares que agiam a serviço das ditaduras. Em muitos casos, o atendimento psicológico é a última e a única saída encontrada pelos militantes da resistência democrática para conviverem com os fantasmas do arbítrio ditatorial.
A realização dessa experiência das Clinicas do Testemunho é do conhecimento da presidente Dilma Rousseff, ela mesma ex-prisioneira politica e submetida à tortura durante a sua militância contra a ditadura na região Sudeste. O governo federal planeja, através da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, planeja implantar as clínicas em todos os Estados.
Parceria SIG Intervenções e ASAV no trabalho com refugiados
Segue abaixo a
nota oficial da Secretaria Nacional de Justiça, onde Karin Wapechowski da Associação Antônio Vieira (ASAV) foi nomeada uma das
intergrantes do Comitê de Acompanhamento
pela Sociedade Civil sobre ações de Migração e Refúgio
(CASC-Migrante).
A Sigmund Freud Associação psicanalítica (SIG) por meio de seu Projeto Sig Intervenções é parceira da ASAV no trabalho com refugiados. O Projeto é vinculado ao programa de Reassentamento Solidário no Rio Grande do Sul (ACNUR).
Dia Internacional do
Migrante: SNJ cria, em seu âmbito de atuação, a primeira estrutura permanente
especializada no acompanhamento, orientação, consulta e supervisão social das
políticas públicas, ações e programas sobre migrações e refúgio: SECRETARIA
NACIONAL DE JUSTIÇA PORTARIA No- 455, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2013 O SECRETÁRIO
NACIONAL DE JUSTIÇA DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições que
lhe confere o artigo 8o- do Decreto 6.061 de 2007, e CONSIDERANDO a necessidade
de promover os princípios da transparência, da publicidade, da eficiência e da
participação, CONSIDERANDO a necessidade de desenvolver o controle social da
Administração Pública com foco na apresentação de seus resultados, CONSIDERANDO
a necessidade de ampliar os mecanismos participativos no monitoramento e
avaliação das políticas públicas, CONSIDERANDO os objetivos consignados no Mapa
Estratégico do Ministério da Justiça 2011-2014: "Fortalecer o papel e
atuação de órgãos colegiados e formas de participação social", resolve:
Art. 1o- Criar o Comitê de Acompanhamento pela Sociedade Civil sobre ações de
Migração e Refúgio (CASC-Migrante) da Secretaria Nacional de Justiça. Art. 2o-
O Comitê será composto pelo titular da Secretaria Nacional de Justiça (SNJ),
que o presidirá, pela direção do Departamento de Estrangeiros (DEEST), que o
secretariará e pelos seguintes membros da Sociedade Civil: a.Camila Asano, da Conectas
Direitos Humanos; b.Cleyton Borges, do Centro de Direitos Humanos e Cidadania
do Imigrante - CDHIC; c.Elizete Santana de Oliveira, da Pastoral do Migrante do
Paraná; d.Cândido Feliciano da Ponte Neto, da Cáritas/RJ; e.Karin
Wapechowski, da Associação Antônio Vieira - ASAV; f.Marcelo Monge, da
Caritas/SP; g.Mario Geremia, da Pastoral do Migrante RJ; h.Orlando Fantazzini,
do Centro de Defesa dos Direitos Humanos - CDDH; i.Paolo Parisi, da Missão Paz;
j.Pascal Jean André Roger Peuzé, Centro Zanmi; k.Patrízia Licandro, da Pastoral
do Migrante do Amazonas; l.Roque Patussi, do Centro de Apoio ao Migrante -
CAMI; m.Rosita Milesi, do Instituto Migrações e Direitos Humanos - IMDH;
n.Nadia Floriani - Casa América Latina - CASLA- PR. § 1o- - O Comitê poderá convidar
representantes de organismos internacionais, acadêmicos e outros profissionais
de especialidade nos temas de sua atuação para reuniões, eventos, projetos e
quaisquer atividades de que participe. § 2o- - As atividades dos membros do
CASC-Migrante não serão remuneradas, sendo consideradas de relevante interesse
público. Art. 3o- O CASC se reunirá semestralmente de forma ordinária.
Parágrafo Único - Poderão ser convocadas reuniões extraordinárias a qualquer
tempo por meio de chamamento de seu Presidente ou por solicitação formal de
dois terços dos membros da sociedade civil. Art. 4o- O CASC-Migrante terá
caráter consultivo e orientador no âmbito das políticas, programas e ações para
Migração e Refúgio da Secretaria Nacional de Justiça. Art. 5o- Esta Portaria
entra em vigor na data de sua publicação. PAULO ABRÃO
Confira entrevista com Nilce Azevedo Cardoso
No link abaixo confira entrevista da ex presa política da ditadura civil-militar Nilce Azevedo Cardoso no Internacional dos Direitos Humanos:
28 de novembro de 2013
Visita do Projeto SIG/ Clínicas do Testemunho à Comissão Estadual da Verdade -(CEV- RS)
Dia 20 de novembro, quarta-feira, a Comissão Estadual da Verdade (CEV-RS) recebeu a visita de integrantes do Projeto SIG/Clínicas do Testemunho-RS. Estiveram presentes no encontro a coordenadora do Projeto, Bárbara Conte, e também os psicólogos Alexei Indursky e Carlos Augusto Piccinini.
Confira reportagem sobre o encontro no site da Comissão Estadual da Verdade (CEV-RS):
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