26 de abril de 2013

Abertura do projeto clínica do testemunho


Sissi Vigil Castiel
Presidente da Sigmund Freud associação psicanalítica



A história é um processo cujo sentido é dado por aquilo que os homens em diferentes épocas fizeram do seu presente e por aquilo que ofereceram à posterioridade, às gerações que estavam por vir. É tarefe das diferentes gerações receber a herança seja para assumi-la, seja para transformá-la. Esse legado pode ser pensado criticamente, dando lugar a uma avaliação que pode ou não referendá-lo. Quando o passado não é referendado como digno de ser repetido,  supõe-se que a sociedade possa fazer um questionamento, um juízo de valor sobre o  herdado, para proporcionar uma nova elaboração desse passado e suas consequências  sobre os homens e sobre a sociedade, elaboração esta que ponha em relevo aspectos até então insuficientemente considerados.
De acordo com essa concepção, passou a ser uma preocupação do estado brasileiro responsabilizar-se pelas implicações subjetivas e sociais vividas durante o período da ditadura militar. Através de seus dispositivos legais o ministério da justiça e a comissão de anistia criaram o projeto clínica do testemunho com o objetivo de reparar os danos sofridos pelas individualidades e a promoção de estratégias como forma de construir uma memoria nacional a respeito desse período de tempo.
Entenderam que os traumas advindos de perseguições e violência políticas sobre os sujeitos e seus familiares poderiam ser melhor dimensionados nas repercussões que ocasionaram nas vidas destes,  caso  pudessem ser elaborados através de tratamentos psicológicos. A psicanálise se apresenta como teoria e método de escuta do sofrimento psíquico, é uma ferramenta para que um sujeito possa elaborar os traumas vivenciados e redimensioná-los, dando-lhes um estatuto de lembrança e de passado. A reconstrução dos traumas se apresenta como uma possibilidade quando um sujeito fala e pode ser escutado. A história não compreendida na singularidade de cada um, não existe como lembrança de um acontecimento passado porque ela é continuamente repetida; isto quer dizer que só damos significado ao que nos aconteceu quando podemos falar e ser escutados. As capacidades criadoras de um sujeito advém  da possibilidade de dimensionar sua história, seu passado como passado para poder então viver no presente.
Nós da Sigmund Freud associação psicanalítica entendemos que nosso compromisso com a psicanálise e sua forma específica de escutar o sofrimento humano nos habilita para integrar esse projeto dando nossa contribuição que é a de proporcionar esse espaço de escuta individual e em grupo, bem como possibilitar através de fóruns, encontros e capacitações estratégias para a construção de narrativas desse período histórico, como forma também de cuidado da sociedade brasileira frente a reatualização e repetição da violência.
A Sigmund Freud associação psicanalítica a Sig como chamamos - em seus quase 25 anos de existência é uma instituição psicanalítica voltada à transmissão,  difusão  e atendimento em psicanálise. Trabalhamos com a formação de psicanalistas, atendimento em psicanálise e interlocução da psicanálise com outras áreas. Um dos nossos campos de trabalho relaciona-se a projetos sociais onde estará inserido o projeto clínica do testemunho. Estamos nos preparando para o início das atividades deste projeto com reuniões semanais desde o final de 2012. A clínica do testemunho contará com a coordenação da psicanalista Bárbara Conte, 18 terapeutas que desenvolverão os atendimentos individuas e em grupo e um grupo de 6 membros do conselho e diretores da instituição que trabalham junto no sentido do suporte técnico psicanalítico. O projeto será coordenado admnistrativamente pela diretora financeira da instituição Elenara Faviero juntamente com a presidência.
Dessa forma, pensamos dar conta de nossa parte nesse bonito trabalho de reconstrução da memoria nacional, desejando uma atitude de cooperação e ajuda mútua  entre o ministério da justiça e a comissão da anistia e nossa instituição. Nos propomos a criar um espaço psicanalítico de escuta e sigilo  que são as regras que regem o enquadre psicanalítico de tratamento e colocamo-nos à disposição da sociedade civil para que possam usufruir do trabalho desenvolvido.
Muito obrigada a todos.

10 de abril de 2013

Projeto Clínicas do Testemunho!




 
Conversas Públicas
 

A Sigmund Freud Associação Psicanalítica integra desde janeiro de 2013, o Projeto Clínicas do Testemunho. Proposto pelo Ministério de Justiça/ Comissão de Anistia, visa promover, conforme edital público: núcleos de atenção psicológica aos afetados pela violência de Estado entre os anos de 1946 a 1988; capacitação de profissionais e formulação de insumos de referência para aproveitamento profissional múltiplo.

A Sigmund Freud Associação Psicanalítica se alia neste projeto em suas propostas fundamentais: o direito à verdade e à justiça. O direito à verdade é o resgate do vivido sob a forma de narrativa, construção da memória individual e coletiva silenciadas na transição política do governo brasileiro. Na especificidade da psicanálise a escuta e o acesso à fala são as possibilidades encontradas de temporalizar a experiência da violência de Estado que marca a vivência traumática de sujeitos e de seus familiares.


O direito à justiça é a via indispensável para se quebrar o silêncio e responsabilizar os agentes de violência. Historizar é retranscrever as marcas no campo simbólico e sair do âmbito do sofrimento privado em direção a dimensão social que ele implica. Dar esse passo em direção ao ato de testemunhar implica o desejo e a coragem para dizer e conviver com a verdade, promovendo saúde e atenção junto aos sujeitos afetados.

Na perspectiva da capacitação, promove-se o conhecimento da temática da violência de Estado na história de nosso país, as formas do traumático a partir de filmes, narrativas de forma a sensibilizar e discutir as experiências com profissionais da rede pública da grande Porto Alegre.

Vamos trabalhar por dois anos nestas propostas e buscamos formar uma rede junto às organizações civis e políticas, às instituições de ensino, grupo de direitos humanos, profissionais das diversas áreas do conhecimento, para ampliar o debate sobre a clínica do trauma, da anistia, da verdade e da justiça.

Aos interessados
 
As inscrições para as Clínicas do Testemunho tiveram início no dia 19 de março de 2013, através de edital publicado no Diário Oficial, e se estenderão até 6 de abril deste ano. O edital e a ficha de inscrição estão disponíveis em nosso site. Poderá se inscrever qualquer anistiado político pela Lei nº 10.559/2002, bem como seus familiares. Os interessados terão que enviar, por e-mail, a ficha de inscrição à Comissão de Anistia. Além disto, deverão participar de uma das Conversas Públicas realizadas pelas Clínicas do Testemunho.

Saiba mais em: http://blog.justica.gov.br/inicio/clinicas-do-testemunho-promoverao-atencao-psiquica-as-vitimas-da-ditadura-no-brasil/

O Comitê de Anistia/Ministério da Justiça e a Sigmund Freud Associação Psicanalítica convida a todos que fazem parte desse compromisso de reescrever a história do Brasil e àqueles interessados em conhecer e participar do projeto para o lançamento do Projeto Clínicas do Testemunho em nosso estado:

Conversas Públicas
Dia 25 de abril de 2013, quinta – feira.
Faculdade de Educação – Av. Paulo Gama s/n – UFRGS. Prédio 12201. Auditório Térreo, sala 101 Horário – 19h30min.



Sissi Vigil Castiel                                            
Presidente                                                  

Bárbara de Souza Conte
Coordenadora do Projeto    
 
 
 
 


 

25 de março de 2013

Conversas Públicas - Projeto Clínicas do Testemunho


Lançamentos dia 25 de abril - quinta feira - 19,30hs Faculdade de Educação  UFRGS 
Av. Paulo Gama S/N Prédio 12201 Auditório Térreo sala 101

Inscrições:
http://projetosig.blogspot.com.br/2013/03/projeto-clinicas-do-testemunho_20.html





MIRANTE DOS DIREITOS HUMANOS XXXVII - Entrevista no Jornal do Comercio


Raul Ellwanger relembra os hinos de uma geração 




Vítimas da ditadura militar terão ajuda psicológica nas 'Clínicas do Testemunho'



Projeto visa dar atendimento a ex-presos e perseguidos políticos e suas famílias
22 de março de 2013 | 15h 53
Luciana Nunes Leal - O Estado de S. Paulo

RIO - Entrar com um processo de reparação econômica pelos danos sofridos durante a ditadura ou depor na Comissão da Verdade, que investiga violações aos direitos humanos cometidos entre 1946 e 1988, é uma dolorida volta ao passado. Reunir documentos, puxar pela memória, relatar fatos, datas e nomes são providências necessárias, mas penosas. Pensando nas pessoas que tomaram essas iniciativas e em outras vítimas da violência do Estado, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça lançou o projeto Clínicas do Testemunho, que prestará durante dois anos atendimento psicológico a ex-presos e perseguidos políticos e suas famílias.


Fabio Motta/AE
Torturada entre 1970 e 1974, Ana Miranda procurou atendimento no Tortura Nunca Mais, em 2001

Quatro projetos-piloto começarão os atendimentos - dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e um em Porto Alegre, com investimentos federais de R$ 2,4 milhões. Um quinto projeto, em Recife, é patrocinado pelo governo de Pernambuco, ao custo de R$ 600 mil. O primeiro passo é a chamada pública de adesão voluntária ao projeto, que começou esta semana e vai até 6 de abril. Em outra frente, o projeto capacitará profissionais de saúde mental para o atendimento a vítimas do abuso estatal.

"A ideia surgiu a partir dos dez anos de atuação da Comissão de Anistia e dos milhares de testemunhos colhidos voluntariamente. Esse processo histórico e político de dar voz aos que foram calados arbitrariamente, por si só, é terapêutico. Para muitos, significa a libertação do peso da imposição do silêncio e do esquecimento. Sentimos que era preciso um passo adiante. O dever de reparação, como se sabe, é imprescritível. E cabe ao Estado, outrora criminoso, manter um serviço de apoio psicológico aos que ele mesmo prejudicou", diz o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão.

Entre 1991 e 2010, o Grupo Tortura Nunca Mais ofereceu atendimento psicológico a vítimas de torturas durante a ditadura, em um projeto financiado por organismos internacionais. A psicóloga Vera Vital Brasil fez parte da primeira equipe de terapeutas do Tortura Nunca Mais e agora coordena o projeto-piloto no Rio de Janeiro, que atendimentos em grupo e individuais. "A Comissão de Anistia percebeu o quanto as pessoas precisam de atendimento psicoterápico. As marcas da tortura não se extinguem quando cessa a tortura. A violência da tortura é irreparável. O que se pode conseguir é ter alívio psíquico, entender o processo de outra maneira", diz Vera, ela mesma ex-presa política. No projeto do Rio também está previsto o acompanhamento de pessoas que decidem depor na Comissão da Verdade.

Presa entre 1970 1974 e torturada nas dependências da repressão em São Paulo e no Rio, Ana Miranda procurou o atendimento do Tortura Nunca Mais em 2001, quando, depois de muita insistência de amigos e parentes, decidiu entrar com o processo de reparação econômica. Ana teve que se submeter até mesmo a um exame para provar a inexistência de um rim, perdido em consequência das torturas.

"Nessa época fiquei deprimida, tive crises de alergia. A violência foi deles e eu tinha que correr atrás de provar o que tinha sofrido. Fui me tratar na clínica do Tortura Nunca Mais. Os terapeutas têm um olhar diferenciado que ajuda muito. O sofrimento não passa, mas você consegue dar outro significado. As Clínicas do Testemunho têm esse sentido", diz Ana que, depois da prisão, concluiu o curso de Farmácia na UFRJ.

Um dos projetos de São Paulo será coordenado pelo psicanalista Moisés Rodrigues da Silva Júnior, diretor do grupo Projetos Terapêuticos. Moisés optou por atendimentos apenas em grupo. "A gente acredita na potência que um grupo comporta, o suporte de um coletivo é fundamental. Atendemos pessoas que têm histórias de violência, mas quem sofreu a violência foi a sociedade, os grupos são articuladores potentes entre o indivíduo e o social", diz Moisés.

Em Porto Alegre, a psicanalista Bárbara Conte, responsável pelo projeto-piloto da Clínica do Testemunho, tem planos de atender até 70 pessoas nos próximos dois anos no que ela chama de "escutas psicanalíticas". "É a possibilidade de falar de algo que ficou engasgado. Quanto maior a violência, mais a pessoa se fecha. Quando se fala em reparação, não é esquecer, mas abrir a possibilidade de dar um novo destino a uma experiência traumática", diz Bárbara, que atenderá pessoas que sofreram diretamente violações por parte do Estado e parentes de até segundo grau, além de capacitar profissionais para tratar dessas vítimas.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,vitimas-da-ditadura-militar-terao-ajuda-psicologica-nas-clinicas-do-testemunho,1012076,0.htm

20 de março de 2013

Conversas Públicas - Projeto Clínicas do Testemunho






PROJETO CLÍNICAS DO TESTEMUNHO


Dia 25 de abril - quinta feira - 19,30hs Faculdade de Educação  UFRGS 
Av. Paulo Gama S/N Prédio 12201 Auditório Térreo sala 201
AVISO DE CHAMADA PÚBLICA DE INTERESSADOS
A Comissão de Anistia do Ministério da Justiça torna público este chamamento para interessados em participar do programa de reparação "Clínicas do Testemunho".

DOS OBJETIVOS
Prover apoio e atenção psicológica a atingidos por atos de exceção entre os anos de 1946 e 1988, bem como a seus familiares, por meio das "Clínicas do Testemunho". DAS VAGAS Estão disponíveis até 702 vagas para atendimento individual e em grupos, nos termos do quadro indicativo abaixo. Instituição Vagas atenção individual
Vagas atenção em Grupo Subtotal Clínica do Testemunho Sedes Sapientiae (SP)
*** 48
(mais até 144 familiares) 192
Clínica do Testemunho Projetos Terapêuticos (SP)
*** 60
(mais até 80 familiares) 140
Clínica do Testemunho Projetos Terapêuticos (RJ) 48 152 200
Clínica do Testemunho Sigmund Freud Assoc. Psicanalítica (RS) 30 40 70
Clínica do Testemunho Centro Estadual de Apoio às Vítimas da Violência de Pernambuco (PE) 70 30 100
TOTA L: 702

DA INSCRIÇÃO
Poderá se inscrever qualquer anistiado político pela Lei n.º 10.559/2002, bem como os seus familiares.
DO PRAZO E DA FORMA DE INSCRIÇÃO
Os interessados deverão encaminhar ficha de inscrição, Anexo I, devidamente preenchida, para o e-mail clinicas.testemunho@mj.gov.br, no período inicial de inscrições de 19 de março a 06 de abril de 2013. Após a inscrição, aqueles que forem efetivamente selecionados receberão o seu número de inscrição por meio do endereço eletrônico disponibilizado. De modo a garantir a privacidade dos inscritos e selecionados, todos os registros administrativos serão realizados por meio deste número de inscrição.
DA SELEÇÃO
1ª Fase: Classificação
Caso o número de inscritos seja superior ao número de vagas, seguir-se-á o seguinte critério de prioridade e ordem de classificação: a) natureza de "grave violação" aos direitos humanos, nos termos do Direito Internacional, conforme relatado no processo de anistia política; b) demais violações. São critérios de desempate: a) idade avançada; b) condição econômica e; c) ordem de inscrição.
2ª Fase: Confirmação
Todos os selecionados deverão participar das "Conversas Públicas" realizadas pela Clínica de preferência, conforme indicado na ficha de inscrição. Nas "Conversas Públicas" serão apresentadas a política de reparação do Estado brasileiro e a proposta e metodologia da Clínica do Testemunho para a confirmação do interesse por parte dos inscritos. Nelas serão apresentadas as propostas de atendimento e possibilidades de trabalho dos profissionais das equipes. As datas e locais das "Conversas Públicas" serão as seguintes:

Instituição Data Horário Local
Clínica do Testemunho Sedes Sapientiae (SP) 16/04/2013 19h00 Auditório do Instituto Sedes Sapientiae
Rua Ministro Godoy, nº 1.484 - Perdizes – São Paulo/SP
Clínica do Testemunho Projetos Terapêuticos (SP)
15/04/2013 20h00 Auditório Paulo Kobayashi da Assembléia Legislativado Estado de São Paulo Av. Pedro Álvares Cabral, nº 201 - Moema - São Paulo/SP
Clínica do Testemunho
Projetos Terapêuticos (RJ) 17/04/2013 18h00 Auditório da OAB/RJ
Avenida Marechal Câmara, nº 150, 4º andar - Centro - Rio de Janeiro/RJ
Clínica do Testemunho Sigmund Freud Assoc. Psicanalítica (RS)
25/04/2013 19h30 Auditório da Faculdade de Direito da UFRGS Av. João Pessoa, nº 80 - Centro - Porto Alegre/RS
Clínica do Testemunho Centro Estadual de Apoio às Vítimas da Violência de Pernambuco (PE) 26/04/2013 18h Museu do Homem do Nordeste Av. 17 de agosto, s/n - Casa Forte - Recife/PE

DO ACOLHIMENTO E MODALIDADES DE ATENDIMENTO
Após apreciação na Clínica escolhida, os participantes confirmados serão encaminhados ao atendimento individual ou em grupo, a depender do caso e da metodologia de trabalho desenvolvida em cada Clínica.
O atendimento se dará de forma periódica e sistêmica, a depender da orientação clínica e da situação específica de cada selecionado.
DA DURAÇÃO DO SERVIÇO
Os núcleos terão prazos de funcionamento de 18 a 24 meses. O período do atendimento variará de acordo com a modalidade terapêutica e a depender da avaliação clínica de cada caso específico.
DOS CASOS OMISSOS
Dúvidas e casos omissos serão decididos pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça, devendo ser remetidos para o endereço eletrônico:clinicas.testemunho@mj.gov.br clinicas.testemunho@mj.gov.br


ANEXO I
FICHA DE INSCRIÇÃO
Nº________________
(para preenchimento pela Comissão de Anistia)
SELEÇÃO PARA ATENDIMENTO - PROJETO CLINICAS DO TESTMUNHO - COMISSÃO DE ANISTIA
NOME COMPLETO DATA DE NASCIMENTO
____/____/_____ PRIORIDADE PORCONDIÇÃO ECONOMICA?
SIM ( ) NÃO ( )
NATURALIDADE ENDEREÇO COMPLETO E-MAIL Fone ENDEREÇO
CIDADE UF É ANISTIADO POLÍTICO
SIM ( ) NÃO ( )
PROCESSO NA COMISSÃO DE ANISTIA
Número do Protocolo: Próprio ( ) Familiar ( )
FAMILIARES DE ANISTIADOS
SIM ( ) NÃO ( )
QUAL O GRAU DE PARENTESCO?
INDIQUE A CLÍNICA DO TESTEMUNHO DE SUA PREFERÊNCIA
( ) SÃO PAULO PROJETOS TERAPÊUTICOS
( ) SÃO PAULO SEDES SAPIENTIAE
( ) RIO DE JANEIROPROJETOS TERAPÊUTICOS
( ) RECIFE CENTRO ESTADUAL DE APOIO ÀS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA DE PERNAMBUCO
( ) PORTO ALEGRE SIGMUND FREUD

ATENÇÃO: Essa ficha de inscrição deverá ser encaminhada para o e-mail: clinicas.testemunho@mj.gov.br


PAULO ABRÃO

Presidente da Comissão de Anistia"



12 de março de 2013

Projeto Clínicas do Testemunho



Projeto Clínicas do Testemunho 

 
Lançamento Nacional,
aguarde,
em breve mais informações!